Alô?
Imagina a cena: o telefone toca e a pessoa atende apertando um botão na pele. Maluquice? Não, o protótipo de celular com bluetooth sob a pele foi desenvolvido por Jim Mielke e concorreu ao prêmio Greener Gadgets.
Quando a pessoa “aperta um botão”, um display de 2 x 4 polegadas aparece e simula a interface de um celular. Quando a ligação termina, a tatuagem desaparece. Isso acontece através de um implante de bluetooth (composto de silício e silicone) sob a pele, entre a pele e o músculo.
Para “carregar o aparelho” são usados como “combustível” o oxigênio e a glicose do próprio sangue humano. O duto para obter essa alimentação é composto de dois tubos implantados nas artérias e veias do braço.

Andar com um telefone embutido no braço é, no mínimo, esquisito. Fora isso, tenho algumas outras dúvidas: se esse botão que desliga quebrar, faz como? Segundo o que li, o bicho toca uma campainha quando alguém liga. Será que dá pra só colocar pra vibrar ou tem aquele botãozinho mágico que silencia o toque? Tenho questões sócio-comportamentais também muito sérias: como ficam as desculpas de “deixei o celular em casa” ou “acabou a bateria”?
Quero não. Prefiro meu motorokr.