Essa semana estive no seminário Design Trends Forecasts, a convite da Fla. O bacana foi que o evento serviu como marketing do curso (que é oferecido na PUC), de maneira muito positiva e pra lá de interessante. A proposta das aulas é dar uma luz, um caminho para que cada um crie sua metodologia de pesquisa.
Na minha opinião, saber detectar tendências requer alguns pré-requisitos: sensibilidade, agilidade, ótimo filtro para informações e senso de conexão de informações distintas, mas complementares. E o papel do curso nessa história é aguçar os filtros, transformando as percepções em definições mais “mastigadas” para todos.
No seminário, três grupos apresentaram algumas tendências detectadas:
BEHAGE
Mistura de behavior e age, a tendência aborda atitude X idade, mostrando que o comportamento não necessariamente casa mais com a idade real das pessoas. O lifestyle rege.
Alguém diz que ela é cinquentona?
COOLECTIVE
Longe de serem eco-chatos, quem forma o coolective são as pessoas que fazem o bem pelo bem. Reciclam, reaproveitam e reutilizam pensando nas gerações futuras.

Piloto de um laptop com uso de fibra de bambu
DIFFOCASION
Comportamento ambíguo e desfocado, preferência pelas artes surreais e experimentais e pelo visual lúdico. São usuários de blogs e fotologs e expôem pensamentos e dúvidas na rede. Mudam de comportamento como quem mudam de roupa e buscam produtos inusitados.
Me lembrou as Harajuku:
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As pré-inscrições estão no site da PUC.
Vai lá: www.cce.puc-rio.br

