Depois de Crepúsculo e de True Blood, aparece a série Vampire Diaries, meio estilo Dawson´s Creek + Crepúsculo, adolescente até a última cena, mas, fato: viciante.
E, hoje, para embasar a onda do mito mais sedutor de todos, recebi a newsletter da Asos, que se rendeu ao sucesso dos vampiros, fazendo um mini-editorial no melhor estilo vampire trends:
O sucesso é tanto que basta você ir em uma banca e olhar capas de revistas: em pelo menos umas 3 delas, você verá um vampiro.
Todo mundo que me conhece, sabe que meus amigos imaginários são Tarantino, Almodóvar e Neil Gaiman. Então, quando li no Estadão que Neil lançou um novo projeto, no twitter, do qual eu posso participar, mesenti íntima.
Ele postou um início de uma trama, que pode ser completada, via twitter, pos nós, reles mortais (longe de sermos perpétuos). Para participar, a gente tem que seguir @BBCAA e usar a hashtag #bbcawdio.
A iniciativa é uma parceria com a BBC. Posteriormente, todos os tweets vão ser compilados por Gaiman e transformados em um audiobook, que poderá ser ouvido, de graça, no site Audiobooks America, até o final do ano.
Se eu começar a twittar e ele não usar nada, será o fim de nossa amizade.
Dacre Stocker (sobrinho-neto de Bram Stocker) e Ian Holt revivem o Rei dos vampiros e lançam, hoje, Dracula the Un-Dead. A sequência autorizada é baseada em anotações de Bram sobre personagens que criou e cenas e situações que ficaram de fora do original.
Levando em consideração uma nova geração, fazem parte da sequência Dr. Jack Seward, protegido de Van Helsing, agora um viciado em morfina; e Jonathan e Mina Harker, pais de Quincey Harker, que troca a faculdade de direito pelo palco londrino e integra o elenco da problemática peça Dracula, esta, por sua vez, dirigida e produzida por Bram Stocker .
Essa é a primeira história sobre Dracula totalmente autorizada pela família Stocker, desde o filme de 1931, com o lendário Bela Lugosi.Vale lembrar que o livro Dracula é reeditado, sem parar, desde seu lançamento, em 1897.
O fato é: a vampirada está à solta e reinando. Depois de todo o legado de Bram e dos vampiros de Anne Rice, Stephenie Meyer conseguiu atingir os best sellers com saga imperdível de Crepúsculo. Na sequência, saíram os livros Marcada e Prazeres Malditos, todos muito comentados.
Para completar todo o processo, me viciei em True Blood, onde vampiros e humanos convivem - ainda que com preconceitos - e dividem mesas de bar e programas de TV. O complicado vai ser esperar até junho de 2010 pela terceira temporada. O jeito é baixar Vampire Diaries…
Ele tira a foto de uma pessoa/objeto, registrando um movimento ou uma pose e depois mais várias fotos de diversos pedaços dela. Depois, monta uma escultura a partir da pose escolhida e a cobre toda com fragmentos de fotos. Esse é o trabalho incrível do artista plástico coreano Osang Gwon, que usa a ténica desde 1998.
Osang desenvolveu trabalho para a Fendi e está num projeto com a Nike, que envolvendo atletas famosos. Ele também foi contactado pelo Keane, que o chamou para criar esculturas dos membros da banda que, na sequência, foram registradas e entraram na capa do álbum Perfect Symmetry. Abaixo, imagens de making of que tirei daqui.
Saiu o novo livro do projeto PostSecret: PostSecret Confessions on Life, Death and God.
Desde que iniciou o site, em 2004, Frank Warren recebeu mais de 150.000 posts anônimos e ganhou prêmios como Weblog of the Year e Best American Weblog.
Segredos atiçam a curiosidade e o voyeurismo, além de mexer com o ego dos ouvintes/leitores. Não à toa a página tem visitação de 6 milhões de pessoas por mês.
O melhor de assistir The September Issue foi ver o dia a dia de trabalho e conhecer um pouco da personalidade de Grace Coddington, diretora criativa da Vogue America.
Grace, que hoje tem 68 anos, foi modelo nos anos 60, depois terminou sendo absorvida pela revista, tendo entrado na Vogue no mesmo dia que Anna – que se derrame em elogios para ela. As duas, sempre em conflito, terminam se entendendo e se respeitando muito.
Grace, nos anos 60
As melhores falas e imagens do filme são as dela: simples, sábias, delicadas e inspiradoras. As cenas onde aparece dirigindo editoriais com Raquel Zimmerman (haute couture) e Carol Trentini (colour block) são uma aula de direção de imagem.
Esse editorial, chamado Paris Je t´Aime, todo inspirado nos anos 20, fez parte do September Issue retratado no filme e tirou meu fôlego:
Li no blog Swing Fashionista (de onde tirei as imagens acima) essa declaração precisa do diretor da Vogue, R.J. Cutler, para o New York Times: “Anna is cool, Grace is warm and languid. Anna is all about ‘next,’ and Grace is most interested in a historical perspective on art and fashion.”