Hoje, Monteiro Lobato, que foi um dos precursores da literatura infantil, faria 130 anos. Enquanto suas opiniõs pessoais eram polêmicas (além de ser racista, a favor da eugenia, foi tachado de reacionário por sua severa crítica a Anita Malfati), sua obra não deixa dúvidas do porquê é considerado um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX.

Gilberto Gil cantando “Marmelada de banana, banana de goiabada” fez parte da minha infância durante anos, quando assistir Sítio do Pica Pau Amarelo (já uma reprise do final dos anos 70) era programa obrigatório. Adorava as histórias (principalmente a do Minotauro) e, enquanto alguns tinham terror e pânico da Cuca, eu tinha uma grande, com cabelo de plástico, toda recheada de bolinhas de isopor, que era meu xodó e vivia comigo para um lado e para o outro…

Mas, minha favorita era a Dona Benta, a avó que todo mundo queria ter. Para meu deleite, a incrível Zilka Salaberry sempre ia com a neta no mesmo lugar onde mamãe comprava meus livros e de onde eu não queria sair: na Malasartes. Por mais de uma vez encontrei com ela por lá e, sendo a melhor Dona Benta do mundo, ela lia historinhas para mim. Nunca vou esquecer...

Quando eu era pequena, criava histórias fantásticas e enredos mirabolantes para os meus bonecos. André criava seus próprios jogos, viajando em personagens. E tenho amigos que também se arriscaram a criar regras para tabuleiros imaginários.

Enfim, Caine foi além e criou seu próprio fliperama, que parece saído de um filme do Gondry. Em busca de criar um fliperama que fosse bem acessível, ele recriou vários jogos na oficina do pai, todos construídos artesanalmente com caixas de papelão e várias pecinhas. Mas, quase ninguém queria parar para brincar…

Até que um dia, Nirvan Mullick passou pela loja para comprar uma peça para seu carro e se encantou com o fantástico mundo de Caine. Na hora, descobriu que podia jogar por apenas U$1. Mas, podia também aproveitar a super oferta e, por U$2, adquirir o Fun Pass e jogar 500 vezes.

Nirvan ficou tão maravilhado pela criatividade e iniciativa do menino, que criou um evento no facebook, convidou os amigos e…o resultado você vê nesse vídeo:

O evento foi descrito pelo menino como o dia mais feliz da vida.

Bom, eu chorei e acho que quase todo mundo que viu também. Sonhar, planejar, acreditar, construir, não desistir… dentre esses sentimentos, muitas outras coisas fantásticas que só uma criança mesmo para lembrar a gente.

As ruas de SP são daquelas que fazem a gente entrar em conflito com o tempo e depois se arrepender de não ter aproveitado mais cada minuto ou ter ficado mais um (dois, três, quatro dias)… Mas, achei uma horinha rara entre reuniões para respirar e como por lá o que não falta é opção cultural, fui ao MASP.

Bom, expo no meio da semana é aquela coisa: alunos barulhentos com seus caderninhos em mãos, famílias em busca de novidades e muitos aproveitando a hora do almoço para sair um pouco de um ambiente de luz fria e paredes limitadoras. Acho divertida a confusão de interesses, o conflito de olhares e a harmonia que no final das contas existe, sempre, num ambiente de exposição.

Comecei pela expo Roma, com cerca de 200 artefatos, entre esculturas de deuses, sarcófagos, utensílios domésticos, móveis, armas e roupas de gladiadores e as sempre incríveis jóias. O que sempre me impressiona é o aproveitamento e deleite do tempo, que fica óbvio na construção dos detalhes, na delicadeza em transformar cada item do dia a dia único. A nossa pressa de hoje acabou com esse cuidado, a dedicação e deleite de cada trabalho, a busca da perfeição dos acabamentos, o embelezamento do entorno… se antigamente os recursos eram poucos e mesmo assim conseguia-se talhar folhas de ouro em torno de um pequeno brinco, por quê hoje não aproveitamos os recursos das ágeis ferramentas para deixar tudo ricamente trabalhado?

Deusa Ísis - acho sempre impressionante a capacidade de transformar o mármore em praticamente um cetim...

Não é demais?

Depois dessa visita a um ambiente onde a realidade sonhada era traduzida nos detalhes, um mergulho na subjetividade e na metafísica de De Chirico. As obras vieram da Fondazione Giorgio e Isa de Chirico, sediada em Roma, a mais importante instituição detentora dos trabalhos do artista.

Sole sul Cavalletto

A expo é dedicada ao “sentimento da arquitetura” e traz esculturas e pinturas de diferentes fases do artista, sendo a parte mais instigante as salas onde a mescla entre cidades e homens é exposta. Segundo de Chirico, a arquitetura e o imaginário visual são formas de entender a vida. 

Para fechar, as fotos da Coleção Pirelli 2012, com nomes como Pierre VergerGeraldo de Barros, Miguel Rio Branco e Mario Cravo Neto.

O abstrato nas imagens incríveis de Geraldo de Barros

E a realidade quente e áspera de Miguel Rio Branco

A respiração pausada e iluminada de Mario Cravo Neto

Mais uma prova de que o clima Once Upon a Time está de volta: além do filme Mirror Mirror (com Julia Roberts e Lily Collins), em junho teremos também Snow White and the Huntsman (com Charlize Teron e Kristen Stewart).

A Vogue Americana publicou alguns cliques de acervo que mergulham nos temas fantásticos. As imagens vão da Bela Drew Barrymore, passando por Keira Knigthley de Oz até Lady Gaga em João e Maria. Os clique são, na maioria, da super Annie Leibovitz.

TWEEDLEDUM AND TWEEDLEDEE
“If you think we're alive, you ought to speak,” said the one marked Dee. Alice (Natalia Vodianova), in a Viktor & Rolf multilayered silk dress, stared as The Tweedle duo spouted. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2003

THE MAD TEA PARTY
“No room!” the March Hare and Mad Hatter shouted. “No room!” But Alice plunked herself down, desperate for some biscuits after a long day of living backward. Christian Lacroix Haute Couture. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2003

DOWN THE RABBIT-HOLE
Faster, faster, faster she fell! Chasing Tom Ford's White Rabbit, our Alice disappears down the never-ending dark passage. Tom Ford for Yves Saint Laurent Rive Gauche sky-blue silk-satin dress. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2003

DRINK ME . . .
How was Alice to know the innocent little bottle would make her grow to such a size? As Helmut Lang watched from the wall, she curled her legs up and hoped the designer's organza minidress wouldn't be crushed by her startling height. Dress from the Helmut Lang made-to-measure studio. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2003

SMALL KIND OF WONDERFUL
Wicked star Kristin Chenoweth in costume at Pier 59 in New York.
Photographed by Steven Klein, Vogue, April 2004

A FEAST FOR THE EYES
Drew Barrymore in a Christian Lacroix Haute Couture dress with gold lace petticoat.
Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, April 2005

MIDNIGHT IN THE GARDEN
Christian Lacroix Haute Couture voluminously ruffled dress with pink and purple chiffon layers. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, April 2005

THROUGH THE LOOKING GLASS
“It's quite a shame that the Beast is so ugly,” sighed Beauty, “for he's so good.” Chanel Haute Couture white satin dress with beaded lace overlay and Alice-blue ribbons. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, April 2005

MUNCHKINLAND
The Penn State marching band (which caused a sensation at Marc Jacobs's spring show) sends Dorothy (Keira Knightley) on her way to Oz, as artist Kara Walker, playing Glinda the Good Witch, warns, “Never let those ruby slippers off your feet for a moment, or you will be at the mercy of the Wicked Witch of the West.” From left: Dior Haute Couture by John Galliano tulle tiered ball dress. Marc Jacobs ivory cotton taffeta dress and ruby T-strap sandals. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2005

EMERALD CITY
“Look, you can see it here. It's wonderful!” shouts the Tin Man. Lanvin full-skirted dress and patent-leather heels. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2005

PALE FIRE
Tilda Swinton, in costume as the White Witch in a pale-blue felt dress and white fox fur stole. As the witch's power wanes, her costumes get smaller and her “icicles” in her headdress melt. Photographed by Paolo Roversi, Vogue, December 2005

GOLDEN SLUMBER
The Sandman (played here by Sasha Cooke, who has appeared in the Met's production of Hansel and Gretel) sprinkles magic dust onto the frightened children (Lily Cole and Andrew Garfield), who fall into a deep sleep and dream about a banquet served by a fish maître d'. Balenciaga by Nicolas Ghesquière wool-silk jacket and Chloé flats. Sandman and fish maître d' costumes courtesy of the Metropolitan Opera. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2009

WICKED
The two discover a house in the forest, only to find it occupied by an old witch (portrayed here by Lady Gaga). Gretel looks sweet enough to eat in a poufy confection. But it's Hansel the evil one wants to fatten up and feast on. On Lady Gaga: Marc Jacobs satin bra, slip silk blouse, and ruffled bloomer shorts. On Cole: Yves Saint Laurent embroidered silk poplin dress. Lady Gaga's wig created by Julien D'Ys. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December


FEED THE FLAMES
Before the witch can cook Hansel and Gretel—whoosh—they push her into the oven and shut the door. From left: Oscar de la Renta bouclé tweed—and-chiffon dress and Marc Jacobs bonded-lamé belted jacket. Photographed by Annie Leibovitz, Vogue, December 2009

WONDERLAND
With baroque foliage-print damask, Oscar de la Renta conjures up the decadent excess of times past with exaggerated puff sleeves, a cinched waist, and an elaborate train. Oscar de la Renta dress with slashed bouffant sleeves. Photographed by Steven Meisel, Vogue, December

Até o próximo capítulo…

Andando em Copacabana, onde existe de um tudo (mesmo!), me deparei uma vez com uma menina linda, fantasiada de Branca de Neve. Automaticamente, uma amiga minha comentou: “impressionante o poder da Branca de Neve…passam décadas e ela continua referência para as meninas“. E é verdade. Contos de fadas sempre seduziram as meninas. E as adolescentes. E as adultas. Então, qualquer coisa que remeta a esse universo automaticamente garante uma passagem para bons sonhos.

Bom, quando comecei a escrever contos, há uns bons 12 anos mais ou menos, conheci a Indigo, que sempre brincou com esse universo. É dela o incrível Caixinha de Madeira, um romance divertido e leve, cuja história gira em torno da descoberta de uma caixa de madeira com correspondências secretas entre Branca de Neve, Bela Adormecida e Cinderela. 

Ano passado, também brincando com os backstages, estreou a ótima série Once Upon a Time, onde vários personagens de contos de fadas histórias infantis – e aí entra até o Chapeleiro Maluco – se cruzam de maneiras diversas, no mundo atual, sem a memória do que já foram um dia.  Olha aqui o trailer da primeira temporada (que acabou e já deixa saudades):

Quando fiz o curso de História da Arte Contemporânea, com Pedro França, mil questionamentos e incertezas deliciosas se passaram pela minha cabeça. Primeiro de tudo, decidi fazer o curso para ir de encontro a uma curiosidade quase desgostosa que eu tinha pelo que não entendia. Eu já sei que esse impulso me leva a descobertas  que viram grandes aprendizados – assim como foi com Clarice Lispector, com quem me deparei seriamente aos 15 anos. Enfim, eu estava certa. A minha ideia não é e nunca foi ser uma entendida de artes. Mas, sim, achar alguma maneira de abrir meu campo de visão. E foi o que aconteceu.

Bom, de todos os artistas que me foram apresentados, meu queixo caiu e meu coração parou por um tempo, por Marina Abramovic. Claro, ela vai de encontro a todo um outro universo que já me fascina desde que nasci eu acho: verdade, paixão, crueza, limites, densidade.

Bom, divido aqui trechos de uma entrevista que acabei de ler com ela no El País:

¿No se arrepiente de nada? 

En absoluto. Es muy importante fracasar, porque si no fallas es que nunca experimentas. Si te repites a ti mismo porque lo exige el mercado, porque así te reconocen, estarás medio muerto el resto de tu vida. Primero tienes que sorprenderte a ti mismo y tomar el fallo como una enseñanza, una oportunidad para aprender.

La hemos visto en la primera fila de Givenchy. Supongo que ya no piensa que la moda es superficial.

En los 70, si vestías a la última, no eras un buen artista. Cuando cumplí 40 años, rompí con mi pareja. Perdí al hombre que amaba y a mi compañero de trabajo. Me sentía miserable. Con el primer dinero que gané me fui a París, me compré un traje de Yamamoto, fui a la peluquería, me subí a unos tacones, me pinté los labios y me vi guapa. Entonces me puse a prueba y pensé: hago mi trabajo, creo en él y amo la moda. ¿Por qué debería estar avergonzada?

¿Qué significa para usted ser artista?

Es aceptar una gran responsabilidad social y saber que hay mucho por hacer. Tenemos que crear el equilibrio en esta sociedad tan desconectada, donde la tecnología lo invade todo. Pensar que el artista tiene que estar en un estudio, borracho y drogado, sin que le importe el reconocimiento es una idea estúpida. Tiene que funcionar como un gatillo y conseguir que las personas miren dentro de sí mismas.

¿En qué cree?

En la religión no. Es una institución y no confío en las instituciones. Creo en la energía de las personas y en esa invisible que lo envuelve todo. Cuando el cuerpo muere, algo sigue existiendo; es un hecho científico que cuando fallecemos perdemos 21 gramos de «algo». Creo en ese «algo».

¿Y sabe dónde está su límite?

La cuestión es quién crea los límites y yo no tengo la respuesta. Si te dices: «No puedo hacerlo», no lo harás. Pero si te planteas: «Lo haré de cualquier forma», lo acabarás haciendo. Lo extraño es la experiencia con el dolor. Puedes sufrir, poner tu cuerpo al límite y pensar que o te mueves o te desmayas. Entonces decides no moverte y todo el dolor desaparece. Es increíble, pero no basta con que lo cuente, si no lo experimentas, no puedes entenderlo. Yo lo he conseguido, he visto que hay una luz al otro lado y me ha hecho feliz.

¿Cuál es la diferencia entre hacer una obra que se expone, una performance en la que solo la observan y una performance en la que el público interviene?

Hay una gran diferencia. En mis inicios yo creía que era pintora. Cuando empecé a experimentar con mi propio cuerpo descubrí que esa era mi herramienta. También entendí que no solo podía hacer las performances para mí misma, tenía que ser para un público porque completa la obra. Tengo que encontrar una forma para que la gente experimente mis performances cuando yo ya no esté presente. Estoy enseñando a los artistas jóvenes cómo rehacerlas. Pero no es suficiente. A la gente nunca la han instruido para ver performances. Por eso he creado el Método Abramović. En él expongo que nadie cambia observando experiencias de otras personas. Leer un libro o ver una película es bonito, pero no te cambia. Lo único que te transforma es la propia experiencia personal. Quiero poner al público en una situación en la que sean ellos quienes experimenten.

¿Y cómo piensa llevarlo a la práctica?

He comprado un viejo edificio de los años 30 en Hudson (Nueva York) y cuento con el arquitecto Rem Koolhaas para el proyecto. Pretendo que sea una ONG donde solo necesitaré el tiempo del público. Si tú me das tu tiempo, yo te doy tu experiencia. Será elCenter for the Preservation of Performance Art y habrá danza, teatro, vídeo,performance, etcétera. El público tendrá que ponerse una bata, dejar relojes y móviles en una caja y subirse en una silla de ruedas. Habrá un aparcamiento para dormir y será parte de la performance.

Em 2011, Marina começou a turnê de sua ópera The Life and Death of Marina Abramovic, que conta com canções originais de Antony Hegarty – do Antony & The Johnsons – e William Basinski. A ópera é o maior projeto realizado por ela desde a performance  The Artist is Present, que atraiu multidões ao MOMA, em 2010.

Podia vir para o Brasil…

Sempre que converso com quem não tem tatuagem, ouço: “ah, mas imagina quando você estiver velha…”. E aí, lembro da amiga Mary Lima falando sabiamente: “quando eu estiver velha, todos os meus amigos velhinhos também tatuados nem pensarão nisso”. Bom, o fato é que o problema a meu ver não é o que vai acontecer com nosso corpo daqui a alguns bons anos, mas sim se o que carregaremos nele realmente contará uma história e fará sentido…

Para completar isso tudo, achei essas imagens inspiradoras para fazer a gente não pensar no amanhã:

A nova obsessão são as andorinhas. Se antes, achava-as meio sem propósito, hoje adoro. Acho que são femininas, leves, livres…

Sabe quando o dia está pesado, você também, e aí você pensa: acho que tudo o que eu preciso é ver coisas bonitas? Bom, foi assim que me peguei na exposição do Robert Doisneau, no Centro Cultural Justiça Federal. Eu, que só conhecia uma foto dele, me peguei emocionada com tantos registros…

Essa era a única que eu conhecia

Bom, comece pelo doc, que dura cerca de 1 hora –  tem que ver para entrar em cada foto e automaticamente sentir tudo que ele fala. Segundo Doisneau, não é o fotógrafo que constrói a foto e sim, a vida, o dia a dia, o acaso. Ele relata momentos onde passou um dia em frente a uma praça ou escola, esperando as cenas acontecerem para registrá-las. O discurso é sedutoramente modesto e real, fruto de um olhar atraído pelas sensibilidades e alterações de cenários suburbanos, democráticos, inocentes e verdadeiros.

O mais interessante é que ele circulava por diferentes cenários e convivia com diferentes pessoas: de um homem conhecido por ter o corpo todo tatuado (que terminou condenado à morte) a Picasso. Mas, só era feliz com os balés da realidade e as histórias realmente verdadeiras. Me diverti na hora em que ele dizia o horror que tinha sido cobrir um desfile de moda. “Que gente cruel!” – ele dizia, para em seguida, rir e relatar que esperava as pessoas fazerem a cara mais feia para fotografá-las.

Bom, depois de tantas histórias simples e registros únicos, ganhei não só meu dia. Ganhei inspiração pra muitos anos…

Duas séries me pegaram agora de surpresa, pelos roteiros ótimos: Touch e Homeland.

Homeland encerrou a primeira temporada e tem como protagonista a ótima Claire Danes. Na trama, Claire é uma agente da CIA que investiga um soldado americano na sua volta ao país. Claire tem certeza de que ele foi convertido ao terrorismo e busca, de todos os jeitos – intuitivos e criminais – comprovar sua teoria. Mas, mil coisas no meio do caminho – desde um affair repentino entre os dois até a descoberta pela agência de que ela é bipolar – atrapalham sua investigação. Agora, é esperar a segunda temporada. E eu aqui roendo as unhas…

Touch teve sua premiére em janeiro, mas a série começa agora dia 22/03. Na trama, Jake – uma criança autista de 11 anos – consegue prever o futuro através de análises matemáticas extremamente complexas. Jake não fala e nem expressa sentimentos pelo pai, com quem mora. Porém, quando este percebe a conexão entre fatos e números, anotados copiosamente em cadernos pelo filho e comprovada em fatos que se desenrolam lindamente neste primeiro episódio, eles estabelecem sua primeira comunicação. Saca Torre de Babel? Me lembrou. E eu não sei você, mas eu adoro pensar que não existem coincidências…

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