Li essa semana no Jornal da Tarde que a Pinacoteca do Estado e o Museu de Arte Moderna – ambos em SP – ganharam investimento milionário do banco de investimentos Credit Suisse, para aquisições de obras de arte. 

A Pinacoteca escolheu já sua seleção: Beatriz Milhazes, Carlos Zílio, Carmela Gross, Daniel Senise, Efrain Almeida, Ivan Serpa, Marepe, Rosângela Rennó e Valeska Soares. O bacana é que quase todos – menos Serpa – são contemporâneos e ativos, tendo já exposto em bienais e mostras internacionais.

Já o MAM procurou corrigir preencher lacunas no acervo, principalmente as de 3 movimentos importantes brasileiros: concretismo, arte pop e neoconcretismo. Os escolhidos foram: Waldemar Cordeiro, Antônio Dias e Hélio Oiticica.

Segundo a matéria, não é a primeira vez que o Credit Suisse investe nos dois museus, mas é pioneira a sua postura de deixar na mão dos curadores a escolha das obras e artistas que integrarão suas coleções.

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