Conheci o trabalho de Jenny Holzer há poucos meses. A novaiorquina, nascida nos anos 50, usa como suporte para sua arte locais públicos (construções e bancos de praça) e instrumentos populares, como t-shirts, adesivos e latarias de ônibus. O meio de Jenny é a escrita, as frases simples projetadas como slogans bem humorados, irônicos e, por isso, ousados (o cotidiano proposto como arte sempre é uma ousadia).

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Berlim

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Áustria

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NY
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Veneza

As palavras de Jenny também já passaram por Roma, Buenos Aires, Bordeaux, Paris, Washington, Miami e Brasil. Quando passou por aqui, em 99, ela projetou algumas palavras no Rio de Janeiro, mais precisamente no Morro da Urca, Pão de Açúcar, Cassino da Urca,  CCBB e praias do Leme e Arpoador.

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A primeira, no Pão de Açúcar.
As outras, nas praias daqui
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