Uma coisa que me deixa chocada é ver crianças na rua vestidas como se fossem anãs. A quantidade de mini-humanos usando camisa polo + mocassim ou vestido justo+tamanquinho é triste.

Quando era pequena, o que eu mais gostava de usar, nos finais de semana e nas férias, eram roupas de algodão, soltinhas e frescas, que me deixassem livre para brincar. Eu e minha mãe comprávamos tecido no Saara e uma costureira fazia. Ficava perfeito. Mas, claro, eu adorava uma produção quando a ocasião pedia e minha mãe deixava eu escolher com ela as roupas de festa, o que era uma alegria só. Eu era assídua de uma loja chamada Popcorn e fazia a limpa por lá.

Imagino que, hoje em dia, as crianças dêem mais pitaco ainda nas roupas. Com a democratização da moda, a enxuarrada de anúncios, o incentivo ao consumo, o estímulo de mil propagandas e a internet por aí, isso é mais do que normal.

Daí, me deparei com essa campanha nova da PUC, linda, e pensei: se todas as mães deixassem suas filhas serem fashion, mas com bom senso, seria muito melhor. Não acham?

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