Acabei de ler uma matéria engraçada, no G1, sobre a etiqueta do abraço. Nada mais desagradável do que ser invadida por uma intimidade que você não permitiu a alguém. Ganhar abraços apertados de pessoas com quem você tem relações estritamente profissionais ou de quem só viu uma vez pode ser constrangedor e até mesmo item eliminatório no quesito “podemos ser amigos um dia”. Também é ridículo ganhar aquele abraço falso ou molenga, que dá vontade da gente se benzer depois, porque parece até que dá azar. A matéria é ótima e está dividida em categorias. Adorei essas aqui:

Calorosos e efusivos
Manifestações de afeto calorosas, efusivas, por meio de abraços apertados valem para aniversários, reencontros e comemorações. No entanto, não se deve esquecer o grau de intimidade com a pessoa.

“Muita gente se acha íntima de todo mundo, mas nem sempre o mundo se considera seu íntimo. É realmente necessário saber discernir entre aqueles que querem ser abraçados. Um abraço não-correspondido é o mesmo que alguém te dar as costas”, diz Arruda.

Despedida
Na hora de se despedir em eventos em que há muita gente, não é fundamental se despedir de um por um. Mas, segundo o consultor de etiqueta, não é nada elegante falar em voz alta “Tchau, gente. Aquele abraço. Tudo de bom, hein?!”. Para Arruda, basta falar tchau. “Se você decidiu não dar abraço em ninguém, não precisa dizer algo que você não deseja fazer.”

Aconselho a leitura completa para os joselitos de plantão.
Ah! E, se for em caso, é melhor deixar passar em branco o dia de hoje, que é o Dia do Abraço.

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