Saiu agora no Globo online que Madonna confirmou shows no Rio e em SP.  Por aqui, será dia 14/12, no Maracanã.

Acho que Madonna é a única ícone que mantenho desde bem pequena, além de ter sido a primeira pessoa que entrou na lista do “queria ser que nem ela”. Talvez por ser a única que nunca tenha deixado a verve de lado nesses anos todos, ela continue sendo uma das minhas ídolas. Independente de hoje eu ouvir seus álbuns ou não e do Hard Candy estar longe do que tenho como preferência musical, acho admirável uma pessoa ter 50 anos (sendo mais que a metade dele dedicado à carreira) e ainda ser reverenciada em tudo o que faz, justamente em tempos em que a idade é mais implacável do que sempre foi e os sucessos são instantâneos e tão vaporosos.

Verbete de moda, aula de marketing em pessoa e rainha do show businness, queria ter metade da visão e da noção do o-que fazer-quando-e-com-quem que ela tem.

Mas, enquanto não tenho esse pirlimpimpim, só sei que vou estar no show. Disso tenho certeza.

Primeiro LP
5 músicas foram hit ao mesmo tempo.
Minha preferida é Luck Star.

Like a Virgin
Acho que aprendi a falar inglês com esse disco. Não saía da minha vitrola.
A febre das meias arrastão, sutiãs de renda, pérolas no pescoço, t-shirts com golas cortadas e make pesado começava (tipo uma referência Chanel trashy).
Eu era pequena pra usar isso tudo e achava que, quando fosse maior, usaria. E não via a hora disso acontecer. Mas …antes deu crescer, já nem se usava mais o visual Like a Virgin.
Lembro que os shows tinham dois bailarinos e volta e meia ele passava na TV. Toda vez que passava, eu via. Claro.

No True Blue, Madonna já estava mais clean, mais magra e com postura  bem menos trashy.

Cena do clipe Express Youself.
Passava MUITO na MTV. Eu adorava e achava a letra o máximo.
O corpete com sutiã pontudo, do figurino desenhado por Gaultier, virou ícone fashion.

Like a Prayer
No clip de Like a Prayer, Madonna beijava um santo. Polêmica e mídia imediatos.
A Pepsi rompeu contrato com ela e alguns países proibiram o clipe.
Aqui, passou no Fantástico. Lembro que vi, super tarde, animadíssima.
Cherish fazia o contraponto fofo no álbum.

Strike a pose.
A linguagem dos clipes dela mudou com Vogue.
Ficou tudo mais imagético, com preocupação maior de ângulos e cores.

Depois disso, muitos outros CDs vieram, muitos outros clipes e as estéticas e figurinos ficaram mais e mais impressionantes.

Adoro essa imagem do clipe Don´t Tell Me (que tem coreografia imperdível):

E essa, muito oriental, de Frozen:

A volta com Confessions Tour foi estilo “calem a boca”. Ainda o mais quando a diva apareceu com modelito Farah Fawcett, sem medo de mostrar os efeitos da Ioga…:

E o lançamento recente Hard Candy, no melhor estilo pop-R&B-black-chiclete:

 

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