Vi toda a primeira temporada de Dexter e virei addicted.

Dexter (vivido por Michael C Hall, o mesmo do Six Feet Under) trabalha com perícia policial, analisando sangue e ele é um serial killer de … serial killers. Ele foi criado e realmente treinado por um pai adotivo, policial, que descobriu a sociopatia dele cedo e o treinou para não cometer crimes contra pessoas inocentes.

Os roteiros são crus, instigantes, inteligentes e morbidamente irônicos, com sutil toque de humor. Os personagens são ótimos e reais. E a abertura – fantástica – já fala muito sobre o clima do seriado.

Seguindo esses valores, achei incrível ver todas as campanhas de marketing de guerrilha que já foram feitas para divulgar as temporadas que passaram e a terceira, que ainda não estreou.

Na primeira temporada, você podia se deparar com cenas assim em Portugal:

Quando você pegava os folhetos que ficavam em volta dos corpos, via isso:

 

A mensagem na embalagem dizia: “O papel de embrulho Dexter, devido à sua impermeabilidade e aderência, mantém a vítima bem acondicionada e o chão sem salpicos de sangue, evitando assim, a formação de pistas e vestígios de assassinos”.

Em alguns banheiros de bares, quando você dava descarga, escorria um “sangue” vermelho. Cartazes colados diziam: “Vê sangue em todo lugar? Então, essa série é para você.”

Mais sensorial? Impossible…

Na Espanha, alguns açougues ganharam especiarias como essa:

Para divulgar a segunda temporada, red fountains foram espalhadas em 14 pontos de NY. Todos eles mapeados no site da série.

 

 Em volta de algumas fontes, “legistas” distribuíam folhetos de divulgação.  

Para esta terceira temporada, foram espalhadas bancas de jornais com diversas capas de revistas com o Dexter. Olha só:

A da Rolling Stone é a minha favorita.

Por quê não temos muito marketing de guerilha no Rio?
Sinto falta.

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