Com a onda da preservação, poucos são os realmente conscientes nos atos diários. Eu confesso que ainda não sei exatamente tudo o que posso fazer para melhorar o meu dia a dia em relação à preservação, mas estou me informando para isso e buscando soluções para situações onde você quer fazer a coleta ambiental, mas o seu prédio, por exemplo, não faz. Como agir? Qual é a melhor maneira de separar lixo? Como ele é recolhido? Enfim… são questões e muitas.

No trabalho, imprimimos muito material: fotos, textos, planilhas. Uma amiga já colou um aviso em frente à impressora, falando sobre evitar o desperdício. Acho que avisos como estes ajudam: na hora que você vai ali pegar o papelzinho, você realmente se questiona. Mas, o ideal, claro é se questionar antes de dar um “imprimir”.

Depois, tem a outra grande dúvida (latente depois da moda das ecobags): ir ao mercado e não aceitar as sacolas de plástico? Bom, já saíram estudos – um deles este ano, publicado pelo NY Times – que comprovam que o papel requer muito mais água da natureza para ser produzido – o que é muito pior. A conclusão é: o que polui é o desperdício.

Ou seja: o ideal é que você realmente só imprima o necessário, só use a água do chuveiro o tempo necessário para um banho normal (e não fique cantando embaixo dele, por mais agradável que possa ser) e reutilize as sacolas e roupas e outros objetos do cotidiano até eles realmente se acabarem.

Como o papel já está no nosso dia a dia e muitos ainda precisam dele para reuniões e outros casos onde a internet não o substitui, a Xerox criou um protótipo de um papel reutilizável. Nele, a impressão é feita por um composto químico e vai saindo aos poucos, até o papel ficar novamente em branco.  O clareamento começa após 16 horas e o processo todo demora 24 horas. O papel pode ser usado várias vezes. A invenção está em fase de experimentação.

Dá uma olhada:

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