crepusculo

Quando vi o busdoor com a imagem da capa de Crepúsculo, na época do lançamento do livro, fiquei bem curiosa. Depois, o vi em várias livarias, com destaque, e achei linda a maçã, a cor da pele das mãos, o holográfico no título, tudo. A Mari Newlands me disse que lá fora ele estava vendendo horrores e que ela estava curiosa para ler. Como a Mari é que nem eu (devora Persépolis, PD James e Crime e Castigo com o mesmo intusiasmo), pensei: uma hora também vou me render – sempre rola aquele preconceito contra os best sellers. Tipo trauma de Paulo Coelho.

Finalmente, me rendi quando vi o cartaz do filme – não queria ver na tela antes de ler. Cliquei e comprei na promoção. Pra quê? Estou total addicted. A narrativa é fácil, prende o leitor e é deliciosamente adolescente. Edward é o vampiro que todo mundo queria ter conhecido quando tinha 16 anos. Se você gosta de chegar em casa e descansar a cabeça lendo, vale à pena. E se você  ainda por cima adora vampiros, aí que têm que ler mesmo. Vou comprar o mais rárpido possível o Lua Nova e o Eclipse (lançado no último dia 16). E, depois, acho que vou fazer que nem a Louise e baixar da internet o livro seguinte, Breaking Down, traduzido e colado na rede pelos fâs.

sm-luanova

eclipse

Impressionante é constatar que a fórmula (nada fácil de ser concluída, diga-se de passagem) leitura fluida + a inocência + romance + fantasia seduz a todos. Stephenie Meyer, que tem somente 35 anos, já tem sua tetralogia na lista dos livros mais vendidos do mundo. E na Espanha, Alemanha, Brasil, Itália, França e México eles estão em primeiro lugar. Sensacional.

Essa é a capa do quarto livro, que ainda não saiu traduzido (oficialmente) por aqui:

41xdccui6ll__ss500_

O Crepúsculo passou seus últimos capítulos acomodado nessa almofada, total combinando com ele.

img0065

Irresistível.