frapuccino

Li hoje uma matéria falando sobre os dois anos da Starbucks no Brasil. Sucesso total, no Shopping Leblon, sempre tem fila. E grande. Impressionante. 

Quando vou tomar meu frapuccino, sento na poltroninha, observo tudo e todos e vejo cenas à la Manoel Carlos + Gossip Girl: meninas da Zona Sul, 16 anos, cabelóns lindos, jeans da Diesel, digitando sms freneticamente nos seus iPhones com capa rosa de silicone.  Ou caras descolados, em reuniões informais de trabalho, discutindo layouts de vitrine ou projetos novos.

Enfim, além dos cafés, frapuccinos e todos os petiscos maravilhosos  (o que é aquele pão de queijo?, aliás feito só pras filiais do Brasil… só perde pro meu preferido, que é o de padaria), na minha opinião, o que seduz mesmo o carioca é a aura que fica em torno do ambiente, a idéia de estar, por alguns momentos, tomando um café fora do país. Acho que esse é o principal motivo que faz a pessoa ir até lá e esperar, na fila, pra tomar um café super caro, num shopping com tantas opções. E, claro que depois ele volta, porque, de fato é bom. E, porque, de fato, todo mundo quer poder fazer uma viagem pra NY por R$10,20.

A Starbucks é a 85a marca mais valiosa do mundo e ficou conhecida por transformar uma bebida cotidiana em um objeto de desejo. Os espaços aconchegantes, que usam madeira e cores que passam sensação de tradição e conforto, são fundamentais pra chamada “Experiência Starbucks“. Segundo a matéria, depois da casa e do trabalho, a loja é o terceiro lugar citado como referência pelos frequentadores.

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