Ainda nos dias prolongados de descanso, vi mais dois filmes sobre o amor. O brasileiro Romance, de Guel Arraes, com Wagner Moura e Letícia Sabatella, e o tão falado Vicky Cristina Barcelona.

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Romance é menos do que eu esperava, ainda que o roteiro seja bom. Como também não tenho paciência alguma com teatro, isso é meio caminho para trás. O filme fala do amor entre Afonso e Ana, que se conhecem quando interpretam, no palco, Tristão e Isolda.

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A história da peça se entremeia a deles, que se separam por ciúmes, ruídos e inseguranças. Depois de algumas reviravoltas e releituras do próprio relacionamento, eles voltam a se encontrar. A luz e a interpretação dos protagonistas são lindas.

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Vicky Cristina Barcelona fala mais das verdades do amor: dos medos, inseguranças, impulsividades e das zonas de conforto. Juan Antonio, personagem de Javier Barden, quebra essas regras todas, impondo as nãos-regras e se relacionando com Vicky e Cristina.

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Vicky (Rebecca Hall), racional, sente-se tentada a romper as regras que estabeleceu pra seu casamento (ainda por vir). E Cristina (Scarlett Johansson), livre, se deixa levar por sentimentos do momento, que terminam culminando em auto-conhecimento e decisões tranquilas. Em meio a tudo isso, aparece Helena (Penélope Cruz), a ex-mulher passional e louca de Juan – e a melhor personagem do filme.

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Bons filmes para o dia de chuva.

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