eupequena

Adoro um papel. Quando era pequena, pedia pro meu pai chamequinho pra poder desenhar a tarde toda. Com 5 anos, comecei a escrever, e passei a amar cadernos – de preferência, sem pauta, porque os desenhos conjugavam com as palavras a partir de então. Por causa desse love, semmpre tenho um monte em casa, porque os amigos sabem que adoro e trazem vários de presente para mim. Arrumo uma função para cada um e escrevo, desenho e colo pensamentos, pílulas expressas do dia a dia.

jum

Esse amor pelo papelem branco, pronto para ter história – faz parte da minha vida.

Quando vi o desfile do Jum Nakao, com as modelos-playmobil rasgando as roupas (inf)finitas, fiquei realmente arrasada por não estar na fila A, vendo tudo de perto e tendo o questionamento da eternidade da matéria e do que uma peça realmente pode representar. A sensação do papel em branco. Puro. Limpo. E desconstruído.

Hoje vi o trabalho de Simon Schubert, que cria sombras, desenhos e volumes usando vários pedaços de folha de papel.

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Lindo. Etéreo. E simples.

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