Vi o último episódio da 4a temporada de Dexter e estou roendo todas as unhas das mãos e dos pés esperando a season 5. O problema é ficar órfã neste período de recesso, quando espero pelas novas temporadas  de Lost, WeedsTrue Blood. Fazer o quê enquanto isso, meu povo?

Fui atrás de Mari Newlands e Camila Perlingeiro, as experts em seriados, para saber o que deveria baixar. Elas me indicaram Lie to Me, Mad Men, In Treatment e Three Rivers.  Por conta própria, até Glee eu baixei, de tão carente. Destas todas, as que mais me chamaram atenção foram Three Rivers e In Treatment.

A primeira acontece num hospital altamente hi-tech, todo voltado para transplantes. Minha irmã, que é cirurgiã, ficou com muita inveja das telas touchscreen que os médicos usam na sala de reuniões – por sua vez, toda vermelha-brastemp  – e de todos os ambientes com toques de design e tecnologia. Falei para ela que, caso Three Rivers Hospital vier a existir, capaz até d´eu me candidatar a trabalhar lá, mesmo que seja para ser assistente de entrega de Donuts para os médicos.

Impressionante como séries ambientadas em hospital, desde ER, não param de pipocar. As fragilidades dos pacientes misturadas aos dramas e desafios de cada personagem refletem-se em histórias que nós todos vivemos ou presenciamos. Aí está o toque “mágico”: imediata identificação com o sentimento de fragilidade somada à adrenalina de, até o final do episódio, ficar torcendo pelos pacientes e, mais que tudo, pela (sobre)vida.

In Treatment também trata de fragilidade, desta vez, expostas piscologicamente. A série funciona assim: cada dia da semana corresponde à sessão de um determinado paciente, sendo que na 6a feira, é a vez de acompanhar o protagonista em sua ida ao psicólogo.

Botei tudo para baixar e agora é só esperar a nova leva de capítulos…

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