Quando fui no Mc Donalds e vi uma série de propagandas-de-bandeja falando de Avatar, pensei: wadaréu?  Em um primeiro momento, achei o filme bem duvidoso  – seres azuis, propagandas excessivas e coisas tipo “monte seu avatar” soavam really strange. Mas, tantos teasers e ações realmente começaram a mexer com o bichinho de marketing dentro de mim. E quando comentários surpresos de amigos começaram a pipocar… pronto. O fato é: vale muito à pena pegar seu óculos 3D e ir ao cinema ver tantos efeitos surreais e uma animação nunca antes vista, o que por si só justifica Avatar ter sido lançado dia 18 de dezembro e já somar a maior bilheteria da história.

O roteiro traz todos os clichês necessários para boom de bilheteria: romance entre pessoas que não podem se envolver, guerra entre mocinhos e bandidos,  em algo maiorunião em prol da sobrevivência e mais uma pitada do que agora passou a ser também ingrediente essencial: sustentabilidade, respeito à natureza e conexão (tecnológica e social).

Mas, esqueca os clichês  – ou mergulhe neles -, porque o resto todo é impressionante: as cores lisérgicas, a animação precisa e muito – muito mesmo – detalhista, os movimentos dos personagens e, claro, os sons e imagens grandiosos de uma natureza desconhecida e instigante, sinônimo de aventura e conquistas.

Ver Sigourney Weaver no filme – a “eterna-Alien-agora-versão-Avatar” –
é tudo.

Não tinha como não ser sucesso. Se não viu, veja.

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