As vitrines são fundamentais na hora de despertar aquela necessidade inexistente, mas que fica martelando na nossa cabeça como um pisca alerta chamando para um passeio pelo consumo. E, depois que a gente entra num reduto de sonho, nada como uma ambientação que te faça se sentir parte de uma nova história.

Em NY, a preocupação com o visual merchandising é item básico de toda e qualquer loja e a iluminação é muito bem usada (item no qual estamos engatinhando aqui), direcionada para transformar uma simples bolsa ou camiseta em obra de arte.

Em todas as lojas que fui o som também era bem pensado. Ao contrário de rádios ou programações descabidas, elas realmente me levaram para o universo daquela marca. E gostei de ouvir surpresas, como sons bem experimentais, em contraponto a uma decoração levemente retrô na Miu Miu.

A capacidade em criar experiências com marcas, ampliando sua atuação para produtos que até fogem do propósito inicial – do óbvio – é também incrível. Depois de entrar numa loja digna de lotação à la Saara da M&M´s (com canecas, shorts e até camisetas com estampas das bolotas coloridas de chocolate), fui nessa loja da Lego e… pelamor!

Para a criança eterna que existe em cada um…

🙂

Dá para resistir?