O artista dinamarquês Jacob Dahlstrup usa desenho e instalação para fazer seus trabalhos, tendo como ponto chave “um processo calculado entre espontaneidade e coincidência planejada“, como ele mesmo define. Jacob explora a linguagem do folclore náutico, que é repleto de histórias de fé, amor, esperança e do esforço para chegar a um ponto não existente no horizonte.

No seu portfólio, há um contraponto entre o suave e o denso. Trabalhos como a Counch Sound Instalation, onde um micro alto falante reproduz o som do mar, e o The Face that launched a thousand ships, com caveiras e barcos feitos de papéis se contrapõem a um obscuro True Love – Until Death.

Conch sound installation

The face that launched a thousand ships

True love - Until Death

Mas, os trabalhos que mais me chamaram atenção foram os desenhos, pela riqueza de detalhes. Em 100 hour drawing, ele usa o lápis para dar contornos a uma caveira toda feita de flores:

E em Paper Tattoing Machine, ele literalmente usa uma máquina de tatuar como caneta por cima de papel grosso, criando desenhos em relevo:

Queria esses papéis nas minhas paredes…