Antigamente, eu tinha um enorme preconceito contra best sellers, desde livros até seriados. Mas, de uns dois anos para cá, isso mudou. A curiosidade em saber o que motiva uma legião de seguidores e fãs me fez tornar… uma fã também. Essa curiosidade já vinha desde Harry Potter, aumentou com Código da Vinci, mas se concretizou quando resolvi ler (emprestado de uma amiga, claro, para não dar o braço a torcer e comprar) o Comer, Rezar, Amar.

Olha, a coisa me pegou de um jeito que nem me importo quando alguém chega lá em casa e torce o nariz ao ver Hilda Hilst do lado de Elisabeth Gilbert (sim, porque comprei Comprometida, a continuação do primeiro livro, que já está devidamente na estante). Bom, se eu ouço Madonna, Ella e Joy Division, por quê não levar o ecletismo pra todas as esferas?

Então, justamente indo fundo nesse lado musical eclético que sempre assolou a família Tanaka – na nipodiscoteca temos vinis de
Michael Jackson, Frank Sinatra, Ottis Redding, Beatles, Blondie, Pink Floyd e Abba
, dentre vários outros paradoxos ocupando uma discoteca – me vi viciada em Glee. O seriado muito bem pensado e produzido é meu novo vício, confesso. Adoro, choro, me divirto. #prontofalei

A segunda temporada, que está no fim, surpreendeu pela escolha dos artistas homenageados e pelas altas produções. São imperdíveis os episódios sobre Britney Spears (assistido por 13,3 milhões de pessoas, ele falava sobre superação), o com participação de Gwyneth Paltrow e o sobre Justin Bieber (super debochado). Todos levados de maneira muito bem humorada e interessante. Hit certo. Afinal, assim como todo mundo tem um pouco de estilista e designer em si, quem não canta no chuveiro?

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