Quando vi o filme A casa do lago, fiquei tocada pela casa em si, não pela história. Como assim uma casa toda de vidro, aberta, invasiva, evasiva? Passei a desejar uma vida em um ambiente onde a vista (linda, claro) e o entorno faça parte do mobiliário. Isso hoje é a minha concepção de luxo: ar puro e sol entrando pelas portas e janelas. Construção humana pensando na construção natural. E não o contrário. E espaços livres para reflexões, leituras e solidões consentidas.


É ou não é luxo puro?