Há idos 10 anos, depois de mostrar Belle & Sebastian, André me apresentou ao trabalho solo de Isobel Campbell, com o The Gentle Waves. Adorei de cara. Antes de tudo porque ela tem essa voz ciano: suave, mas pré-tempestade. Quando ouvi o primeiro álbum dela com Mark Lanegan Ballad of Broken Seas (nome perfeito) – achei a dupla incrível. Ela com a calmaria enganosa. Ele (ex-Screaming Trees) com a voz soturna e densa, que em alguns momentos nem parece real.

Depois desse, eles lançaram mais dois álbuns juntos: Sunday at Devil Dirt (2008) e Hawk (2010). Vale ouvir esse contraste/complemento nada óbvio. Até então, a minha preferida deles é a country Ramblin Man, digna de fazer parte da trilha de um Tarantino: