Adoro desenhar e tenho inveja negra azulada de quem sabe pintar. Acho que mais do que transmitir um layout imaginário para a tela o que me deixa embasbacada é o controle dos movimentos, a solitária e disciplinada descoberta do traço e a coreografia das precisões e imprecisões na hora de imprimir no vazio cores e formas.

Quando vi o trabalho da Alyssa Monks, achei maravilhoso pensar nisso tudo. E logo me deu vontade de investir no desenho de novo, como nada mais do que exacerbar um pedaço do auto-conhecimento.

Em poucas palavras, a artista define seu trabalho em seu site:

When I began painting the human body, I was obsessed with it and needed to create as much realism as possible. I chased realism until it began to unravel and deconstruct itself. I am exploring the possibility and potential where representational painting and abstraction meet – if both can coexist in the same moment.

Lindo…