Você já parou para imaginar o que é, literalmente, lançar uma ideia extremamente nova e ela não ser tangível, mas ser tão óbvia ao mesmo tempo que ela vira fundamento, ciência, prática, cura? Foi isso que eu pensava o tempo todo enquanto assistia ao filme Um método perigoso.


O filme fala sobre a relação de Jung e Freud, tendo como mote uma paciente tratada pro ambos, a russa Sabrina Spielrein. O filme traz longas conversas e divergência entre os dois, principalmente a cerca da sexualidade e da religião, tudo de maneira bem interessante. Em meio a todos os dilemas do caso da Sabrina, Jung se envolve com ela, terminando ele mesmo tendo que sofrer com a relação médico-paciente-amor-cumplicidade.

Haja análise…