Sou viciada em séries e totalmente sem linearidade na hora de escolher o que ver. Vejo Californication, Glee, Grey’s Anatomy, Girls, Dexter, Game of Thrones, Revenge, Scandal, True Blood, Once Upon a Time, American Horror Story, Weeds, Homeland. Sim, é assim mesmo. No final de semana, são maratonas de série alimentando esse ecletismo, dando um estímulo à criatividade, não sei se pelo excesso de histórias que absorvo ou pela lavagem de alma que elas me proporcionam.

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Então, recentemente Serginho me apresentou uma que já tinha nome sugestivo: Shameless. Baixei a versão US e…bom, já estou na segunda temporada. A série trata de uma família de 6 filhos totalmente desastabilizada, abandonada pela mãe, tendo que cuidar do pai alcóolatra, onde as histórias e vidas se ramificam, criando mil enredos dinâmicos – como toda série com abundância das famílias grandes e tome aí Brothers and Sisters ou até Six Feet Under.

E, como eu e Serginho comentamos outro dia, cada capítulo te faz acreditar que tudo sempre pode ficar pior, mais fudido e mais…shameless.