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Adoro alces. Acho que a ideia de fortaleza, misturada a um quê de fantástico me seduz. Os longos chifres e o olhar complacente misturados a um rosto anguloso são intrigantes. Juntei algumas imagens do bichinho – dócil? Demoníaco? – que colo logo abaixo:

Scary e lindo ao mesmo tempo.

Fotos inspiradoras de Matthias Paul Hempt para já programar o espírito livre para 2012:

Adoro ver álbuns de fotos antigas de família (minha e até dos outros). Minha vó nos deixou um incrível, capa dura verde, folhas de papel manteiga protegendo cada página, cantoneiras douradas e fotos em P&B em diversos cenários (jangadas no Nordeste, viagens pela Argentina e retratos de Copacabana nos anos 50) e  outras coloridas à mão, com ela ainda criança, ao lado dos vários irmãos.

Então, eu amei a ideia do tumbrl My Parents Were Awesome. Quem não curte entrar no túnel do tempo e constatar que, sim, nossos pais eram como a gente: adepto dos modismos e tendências da época, ainda que sem querer?! Peguei algumas fotos de lá e colo aí embaixo, com as devidas legendas.

Heinz

Jane & Charles

Simon & Laura

Kat & Paul

Dorothy & Budd

Sandra

Dan & Francesca

Dexter & Doris

Lembrei de quando vi uma foto de mommy e daddy em pleno anos 70, os dois de calça boca de sino e cintura alta. Ela, louríssima, com cabelão à la Farah Fawcett. E ele, super japa, sem abrir mão do ray ban. No fundo, o fusquinha dela. Vou tentar achar e postar aqui…

Um olhar caótico e divertido e um talento para transformar qualquer portrait ou editorial em uma cena nunca antes pensada: é assim que vejo o trabalho de LaChapelle. Cada foto provoca uma desorientação imensa, misturada a uma enorme exclamação colorida. Não tem como passar imune a uma imagem produzida por ele. Elas são sexy, lúdicas e desconfortáveis.

O meu lado emocional vibra e fica louco pra fazer parte da história. Eo lado racional grita: como é que alguém pensa nisso tudo e consegue reproduzir esses pensamentos na vida real?

Cameron Diaz

Alek Wek

Drew Barrymore

Carmen Elektra e Dave Navarro

Bjork

Blue Man Group

Cher

Kirsten Dust

Angelina Jolie

Billy Corgan

Leonardo di Caprio

Marilyn Manson

Alexander McQueen e Isabella Blow

Christian Slater

Liza Minelli

Madonna

Devon Aoki

Courtney Love

Gisele

Crianças são o que há de mais puro no mundo: inocentes,  cadernos em branco, prontas a serem orientadas.  Muitos expressivas, deixam transparecer todos os sentimentos que lhe envolvem. Impressionado pelas diferentes raças e culturas, o fotógrafo Steve McCurry clicou a série Children, que transporta o espectador para alguns lugares do mundo através de retratos tocantes de crianças. O resultado é um questionamento sobre a sociedade, o meio e a maneira com que conduzimos as crianças e, consequentemente, o nosso futuro.

Afeganistão

Afeganistão

Tibet

India

India

Mali

India

Irlanda

Burma

Camboja

Para complementar essa mensagem fotográfica, ele escolheu um trecho de um discurso do Mandela: Safety and security don’t just happen, they are the result of collective consensus and public investment. We owe our children, the most vulnerable citizens in our society, a life free of violence and fear. There can be no keener revelation of a society’s soul than the way in which it treats its children.”

A nova Plastic Dreams, revista da Melissa, traz na capa a sua garota-propaganda do verão 2012: a top Lily Cole, uma das minhas modelos favoritas. Com o rosto infantil e aquela cabeleira ruiva combinados a 1,79m de altura, ela parece uma boneca saída de um conto fantástico. Para mim, ela é a personificação da Delirium, do Sandman.

A inglesa foi descoberta aos 14 anos, enquanto andava pelo Soho, pela agência Storm, a mesma da Kate Moss. Depois de chamar a atenção de Steven Meisel – que ficou encantando com as pernas e braços longos de Lily – e aparecer em um editorial solo na Vogue Italia, passou a desfilar para as grandes marcas e foi eleita, em 2004, a modelo do ano pelo British Fashion Award.

Como sempre foi focada em sua formação acadêmica – ela acaba de completar o curso de História da Arte em Cambridge, com honra ao mérito – a top escolhe poucos jobs. Desde 2009, é atriz, tendo participado dos filmes The Imaginarium of Doctor Parnassus, St. Trinian, Snow White and the Huntsman (ainda inédito) e Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll, dirigido por Marylin Manson e onde interpreta, claro, Alice.

Li ainda na Plastic Dreams que ela acaba de lançar uma marca de roupas conectada com a consciência ambiental, a North Circular, que traz peças de tricô atemporais, totalmente fora da vibe fast fashion. Ela obviamente é o rosto da marca que tem um vídeo lindo, lindo, que diz tudo:

Contar histórias através de imagens é sedutor. Admiro fotógrafos que sabem usar a técnica e o coração para captar momentos, sensações e ilusões. James Mollison usa as lentes para trazer à tona pontos narrativos inquietantes e interessantes, como mostrar que,  assim como os humanos, animais têm rostos diferentes uns dos outros ou para mostrar que o meio onde se vive fala muito sobre como você é.


James nasceu no Quênia, cresceu em Londres e, depois de se formar em Artes e Design e em Filme e Fotografia, ele se mudou para a Itália, para trabalhar na Fabrica (o laboratório de criação da Benetton).  Foi para lá que ele desenvolveu a série Where Children Sleep, onde ele coloca lado a lado o portrait de uma criança e uma foto de onde ela dorme. A relação ambiente social X pessoa fica clara.

When Fabrica asked me to come up with an idea for engaging with children’s rights, I found myself thinking about my bedroom: how significant it was during my childhood, and how it reflected what I had and who I was. It occurred to me that a way to address some of the complex situations and social issues affecting children would be to look at the bedrooms of children in all kinds of different circumstances.”, diz ele em seu site.

James ainda trabalhou com Issey Miyake, em outro projeto muito bacana, uma expo sob o tema Chocolate, que segundo ele se tornou artigo deluxe no Japão (como vinho). Para mostrar o outro lado da moeda, não tão doce, James retratou os  humildes catadores de cacau. As imagens são tocantes, vivas, rústicas.

Os trabalhos são distintos, mas a maneira sensível, provocadora e questionadora de retratar situações e contas histórias visuais está presente em todos os seus trabalhos. Em The Disciples (um trabalho um pouco mais light, mas ainda antropológico) ele mostra como fãs/groupies falam através da atitude e das roupas muito sobre o quê e quem idolatram. Para realiar essa série, ele passou 3 anos indo a diferentes shows.

Oasis

Missy Elliot

Madonna

Incrível…

O trabalho do fotógrafo Toyokazu Nagano gira em torno de registros adoráveis de mini-japinhas em situações divertidas e inocentes. O resultado? Vontade de morder!

Entrei no flickr dele e achei várias fotos incríveis. Posto algumas abaixo! Como bom patriota, uma das imagens traz o apelo: Donate for Japan. Mas, o melhor é que o pedido aparece de maneira  tocante e nada aterrorizante (como o que temos visto na mídia). Uma mensagem delicada, gentil e suave. Como os japoneses são.

O lema Life is too short vale para quase tudo. A empresa de empregos alemã jobsintown apostou na frase de efeito para criar uma campanha sob o slogan “life is too short for the wrong job“. Nas imagens, bastidores imaginários nada agradáveis para situações corriqueiras…

Existe um estudo que diz que pessoas com traços simétricos são consideradas mais bonitas. O trabalho Symmetrical Portraits faz um experimento interativo sobre isso. A fotógrafa Julia Wolkestein tirou fotos de algumas pessoas e depois espelhou uma metade. O resultado? Particularmente, achei que a maioria fica mais bonita, sim. Mas, vi vários comentários das pessoas achando o contrário. Ou seja: beleza está no que a gente não consegue medir…

Abaixo, a foto da esquerda é a vida real. A da direita, o experimento.

A brincadeira continua aqui no site Echoism: você pode tirar foto pela câmera do note ou baixar o app para o iPhone e ir clicando as pessoas por aí…

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