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A uniqlo sempre me surpreende, pela simplicidade e verdade. De uns 4 anos para cá, o simples cada vez mais chama a minha atenção. Aliás, não só minha, senão,  o CEO da empresa –  Tadashi Yanai –  não estaria entre os 10 homens mais ricos do mundo. O fato é que a empresa cumpre o que promete: produtos acessíveis, de qualidade, básicos. A loja é clean e os produtos estão dispostos de maneira que você circule pela loja e vá “se servindo” do que curtiu.

Mas, o mais bacana é que mesmo sendo básicos, sem firulas, eles conseguem estabelecer uma comunicação interessante mesmo para os mais fashionistas. Além de sempre terem mini-coleções assinadas em co-branding com nomes diversos – como Undercover, Jill Sander, Lulu Guinness, até licenciamento do eterno Mickey Mouse – eles consegue sempre dar o bom humor fresh e inusitado com seus apps e ativações online.

Há um tempo atrás, falei do uniclock, que, como o próprio nome diz, trata-se de um relógio que você pode instalar no seu facebook, blog, myspace, iPhone ou usar como screensaver. O grande mote do uniqlock é que ele une hora, música, entretenimento. Para instalar, você seleciona onde mora e ele gera um relógio acompanhado de vídeos com trilha super suave e pessoas dançando com looks uniqlo. Até hoje acho este o melhor app deles, pela ideia muito divertida e niponicamente delicada.

Na mesma linha, tem o uniqlo calendar…

Eles também criaram o uniqlooks, uma fashion community, onde usuários postam seus looks e concorrem a prêmios diversos.

Agora, eles lançaram o uniqlo wake up, um despertador onde uma voz “entoa” a hora local (em inglês ou mandarim), o dia da semana e as condições do tempo. E de acordo com essa última info, a trilha de fundo ganha um ritmo mais ou menos acelerado. Aliás, a trilha é assinada por Cornelius e Yoko Kanno.

No vídeo dá para entender melhor. Olha só:

Simples? Sim. E incrível.

Quando chegou o Carnaval, pensei: o que vai ter de gente com plaquinhas de “Curti” ou outras referências ao face, vai ser brincadeira… e, claro, como A rede social já está no nosso dia de maneira tão intensa, não tinha como ser diferente.

Além de pessoas com cartolinas recortadas em formato da mãozinha, teve quem optasse por uma tela de computador recortada e menu com coisas como: 7.850 pessoas curtiram.

Enquanto não inventam o tão esperado “Não curti”, mil coisas vão sendo criadas em cima do lado positivo da força. Entre elas, esse Lego luminoso, no formato do símbolo, criado por Matt Reeds. Toda vez que alguém da Like na página dele, o bichinho acende…

Um dos aplicativos para o iPad que tenho mais curtido é o Wallpaper Case Studies. Desenvolvido pela revista em parceria com a Hermés, todo dia são postados vídeos e imagens com novidades de artes, moda, desig, lifestyle, arquitetura e interiores. A navegação é simples, as imagens são lindas e os textos curtos, como a gente gosta…


A navegação pode ser feita por assunto e cada vez que você clica em uma imagem, abre um box com textinho, que pode ser lido em fundo preto ou branco. Há a opção de criar uma galeria com seus favoritos e de compartilhar via e-mail, face ou twitter.

 

Quando o iPad foi lançado, pensei: mais uma necessidade foi criada. Desde que Steve Jobs lançou o iPod, tudo que ele toca, incrivelmente, muda a nossa maneira de nos comunicar. O design (estética + funcionalidade) levado ao pé da letra, de uma maneira realmente tocante, influencia totalmente. Mas, acima de tudo a nova maneira de nos relacionarmos é o que faz todo mundo ficar boquiaberto a cada gadget lançado.

Tenho um iPad desde dezembro e, confesso, ainda me pego surpresa com algumas funcionalidades que não havia descoberto. Sim, porque são várias e vários aplicativos (65 mil) e inúmeras publicações testando uma nova maneira de falar com seus leitores e consumidores.

Baixei alguns livros para ler no Carnaval e essa procura pelo o que ler nestes dias já começou promissora: vários títulos, por um preço muito acessível, ao alcance de um clique. Deitada na cama, comprei  4, enquanto baixei samples de vários outros – o que já me ocupou por várias horas. Lendo um destes livros, resolvo colocar meu dedo em cima de uma palavra que não conhecia e… tchananan! Aparece um dicionário, logo ali no rodapé, me dando o significado dela.

Depois, resolvo “sublinhar” com meu lumicolor virtual um trecho que, sei lá porque já estava sublinhado com pequenos pontinhos. Quando clico em cima para ver que pontinhos eram aqueles, leio: “X pessoas marcaram esse trecho“. Bah. Estou conectada a uma rede. Só falta – e acho que em breve isso acontecerá – eu poder dar um share dali direto pro meu face. Se quiser, também posso escrever uma nota em algum trecho ou página. Depois de tudo feito, existe um atalho que leva a gente direto para o que foi sublinhado ou anotado.


Então, hoje, depois de horas com meu tablet amado pra lá e pra cá, resolvi ver o vídeo do Steve apresentando o iPad 2. Eu já tinha lido que ele tinha câmera e tinha achado isso uma bobagem, já que acredito que as câmeras são mais úteis nos iPhones e tal. Mas, Steve me pegou de jeito com seus argumentos e já me vejo precisando deste novo iPad, usando imagens no Photo Booth e editando no iMovie vídeos sobre minhas férias em algum lugar indefinido. Férias que instataneamente passam a ser mágicas com tantos recursos que posso utilizar no iPad que estará logo ali, na minha mala.

Bom, eu aconselho a todos verem a super aula de marketing e design na íntegra, neste vídeo com 1h de duração: http://events.apple.com.edgesuite.net/1…103pijanbdvaaj/event/index.html

O novo iPod nano acaba de ser lançado e lembra um iPod shuffle só que quadradinho. Disponível nas versões 8G (U$149) e 16G (U$179), tem tela multi-touch e pode ser usado como um clips, deixando as mãos livres.

Nas últimas semanas, entramos no escritório em uma polêmica: os e-readers substituirão os livros? Os livros impressos irão sumir? Bom, faz muitos anos que a gente vê mídias novas aparecendo e, até então, nenhuma delas sumiu.

Na minha opinião, os e-readers ainda vão revolucionar, e muito, a nossa relação com o tátil e com o próprio ato de ler. As vantagens são muitas: a ocupação menor de espaço (num mundo onde o m2 é cada vez mais caro), o preço muito mais barato, a facilidade na compra (em qualquer lugar com conexão, você faz o download) e a possibilidade de convergência das mídias: em um iPad, por exemplo, podemos ser apresentados a uma ficção com direito a palavras, músicas e imagens em movimento. Imagina quando uma história for contada dessa maneira: no meio do texto, entra um “clique pra ver mais”, um “ouça aqui”…

Maaas, é claro que entrar uma livraria e levar um livro novo, que nem pão quentinho, embaixo do braço, envolve muito prazer. E nem se compara o clique (ainda que com zoom) em uma fotografia ou foto de arte com folhear um livro de imagens em tamanho grande … ou virar uma página e ficar horas viajando nas cores e texturas do impresso.

O fato é: nesses 6 meses, na Amazon,  a venda dos livros de capa dura foi maior via Kindle do que via papel. Isso já mostra uma revolução.

A paixão pelos livros continua para os seus amantes, seja ele palpável ou digital. Então, quando vi esses trabalho, que certamente foi feito pensado nos amantes dos livros, fiquei com dó.

O vídeo se chama The Diary off a Disappointed Book, foi feito pelo Studiocanoe e fala sobre o ciclo de um livro.

 

PS: Mari Newlands, lembra da nossa historinha da fila dos livros, com senha na mão, esperando para serem lidos? Me lembrou…

Entrando na onda total dos iTudo, volta e meia pipocam criações inspiradas nos gadgets, e outros projetos que são feitos num jogo de “vamos tentar adivinhar qual será a próxima da Apple”.

Hoje, vi o projeto para o iWatch, desenvolvido pelo studio ADR, que é um relógio à la James Bond + Jetsons

Desde 2006, o Greenpeace apresenta o Guide to Greener Electronics, um ranking das 18 empresas de tecnologia mais ecologicamente corretas. Segue o resultado divulgado em janeiro deste ano:

Para estar rankeada, a empresa precisa seguir 3 critérios:

Eliminar substâncias tóxicas de seus produtos;
– Retirar e reciclar seus produtos, responsavelmente, uma vez que se tornem obsoletos;
Reduzir os impactos climáticos de suas operações e produtos.

Mais detalhes sobre o ranking e critérios, você vê aqui.

Adoro tecnologia, gadgets e avanços dentro da área. Mas, confesso que às vezes fico assustada com o efeito conexão full time. Então, quando vi essa esteira nova, da Technogym, primeiro ri, depois quase chorei. Porque primeiro pensei: quero malhar em uma. E, depois, porque pensei: será que em algum momento ficarei mais de 9h conectada por dia? E aí, o sorriso cessou.

O videozinho abaixo – tão tosco, que dá vergonha – passa mais sobre o objetivo da Visioweb que é, sim, um negocinho interessante, ainda que absurdamente caro (em torno de 7 mil euros) e ladrão de mentes ociosas.

Bom, se a academia comprar umas dessas, eu penso mais sobre isso …

Um telefone interativo e temperamental, eu diria. Esse é o projeto do designer Seunghan Song. A tela do Window Phon interpreta literalmente o clima metereológico do dia. O projeto está competindo no Idea 2009.

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Seughan também tem um projeto de celular que serve tanto para deficientes visuais, quanto para quem não tem nenhum problema de visão. Cuma? Sim, o Universal Phone tem vários micro botõezitos, como cabeças de alfinetes, que se elevam, transformando a tela em tátil. Quem não tem problemas de visão, não precisa ficar catando milho  e quem tem problemas, ganha uma interface toda em braile.

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