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Demorei, mas finalmente vi Azul é a Cor mais Quente. Rolou um alvoroço em cima do filme por conta das protagonistas viverem um amor gay e por conta da cena de sexo entre as duas – já considerada das mais sensuais e voluptuosas já vistas. Mas, o filme não se resume a isso. Ele fala acima de tudo – e de uma maneira linda, por ser real – sobre a descoberta do amor e, consequentemente, sobre amadurecimento.

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Inspirado em HQ homônima, o filme gira em torno de Adèle (vivida por Adèle Exarchopoulos), uma menina de 15 anos, que se vê pela primeira vez interessada por outra menina, Emma (Léa Seydoux), uma interessante estudante de artes, de cabelos azuis e olhar penetrante. Além de passar por preconceitos – que ela ignora – dos amigos e família, Adèle passa a viver seu primeiro amor, com tudo que vem a reboque, principalmente, quando se é muito nova: curiosidade, medo, dúvidas, intensidade.

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Impressionante o trabalho de Adèle Exarchopoulos, expressiva e perfeita no papel. E amei ver a cor azul pontuando cenas, como a pedra do anel usado pela primeira menina que beija Adèle, até momentos em que as protagonistas usam a cor, além de claro, os cabelos e olhos de Emma. Ah! E quanto à cena de sexo, ela é como qualquer cena de sexo deveria ser: cheia de desejo e vontade. Muita vontade.

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