madonna

Choveu MUITO este domingo e, depois de enfrentar uma enorme fila em caracol e comprar capas de chuva, conseguimos nosso lugar na arquibancada, de lado, mas quase de frente para o palco. Esperamos quase três horas até o show começar, mas TUDO valeu à pena.

Nada se compara a Madonna no palco. Foram duas horas pulando, em meio a uma multidão muito mais tranquila e a fim de estar ali, do que eu imaginava. Nada de violência. Muita vontade coletiva de cantar, pular, se jogar.

No palco, projeções de imagens gigantes e super realistas, som potente de tremer o chão, figurinos com rápidas trocas (nunca percebíamos como ela de repente estava de short, depois de jaqueta, depois com franja, depois sem) e coreografias vigorosas. Os melhores momentos foram Borderline e Like a Prayer, emocionantes.

Literalmente um show para lavar a alma.

Some a isso os seguintes fatos:

1- sou desde pequena, foi minha primeira ídola;

2- junto a mim estavam mais 3 fãs incondicionais. Duas delas cresceram comigo ouvindo Madonna;

3- meu embromation, para cantar Like a Virgin e Borderline, quando tinha 9 anos de idade serviram muito para despertar minha vontade de aprender inglês;

4- as referências estéticas dos clips, os shows, os figurinos e a construção da persona/carreira dela servem ao mesmo tempo como linha de tempo, lição de marketing e de moda;

5- a mulher tem simplesmente 50 anos de idade.

Entendeu?
O foda é depois só ouvir sobre o tombo.. valha-me Deus…

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